PSICOLOGIA PERICIAL EM DIREITO DE FAMÍLIA

Atuação em Psicologia Jurídica no Direito de Família

Mônica Takamura é Psicóloga Perita, com formação pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), e atua como assistente técnica em demandas relacionadas ao Direito de Família, oferecendo análise psicológica especializada para auxiliar na compreensão técnica dos aspectos psicológicos envolvidos nos processos judiciais.

Atuação em processos no Estado de São Paulo

Psicologia Jurídica

Demandas relacionadas ao Direito de Família

Quando a atuação em Psicologia Jurídica pode ser necessária

Em processos de família, algumas situações exigem uma análise técnica dos aspectos psicológicos envolvidos nos processos judiciais.

A atuação da Psicóloga Perita ou da Assistente Técnica pode contribuir para a compreensão de vínculos, relações parentais, conflitos familiares e demais questões relevantes ao processo.

QUANDO É NECESSÁRIA

Disputas de guarda

Análise de aspectos psicológicos relacionados à dinâmica familiar, aos vínculos parentais e às necessidades da criança ou adolescente.

Regulamentação de convivência

Avaliação de questões que envolvem convivência familiar, organização dos vínculos e impactos emocionais relacionados à relação entre pais e filhos.

Conflitos parentais

Análise técnica de situações marcadas por disputas, dificuldades de comunicação, tensões familiares e divergências no exercício da parentalidade.

Avaliação da capacidade parental

Análise dos aspectos psicológicos relacionados ao exercício das funções parentais, considerando os recursos emocionais, relacionais e comportamentais envolvidos no cuidado e na proteção da criança ou adolescente.

Adoção

Atuação em situações que demandam análise psicológica relacionada à constituição de vínculos, adaptação familiar e contexto emocional dos envolvidos.

Outras demandas familiares

Análise de situações específicas em processos de família que exijam compreensão técnica dos aspectos psicológicos presentes no caso.

Como a assistência técnica psicológica pode contribuir no processo

Em processos de família, o assistente técnico presta suporte especializado à parte e ao advogado, realizando análise técnica da demanda e acompanhando as etapas relacionadas à perícia psicológica, quando cabível.

COMO PODE CONTRIBUIR

Análise técnica dos autos

Análise técnica dos autos e dos documentos disponíveis para compreensão da demanda e dos aspectos psicológicos envolvidos no processo.

Estudo de documentos psicológicos

Análise técnica dos documentos psicológicos constantes nos autos, considerando sua fundamentação, finalidade e pertinência em relação à demanda.

Elaboração de quesitos

Elaboração de quesitos técnicos a serem apresentados ao perito judicial, conforme os aspectos relevantes da demanda.

Acompanhamento da perícia judicial

Acompanhamento da perícia judicial, quando cabível, observando os limites éticos, técnicos e processuais da atuação do assistente técnico.

Análise do laudo pericial

Análise técnica do laudo pericial, considerando sua fundamentação, metodologia, coerência técnica e respostas aos quesitos formulados.

Parecer técnico

Elaboração de parecer técnico fundamentado na análise dos autos, dos documentos psicológicos e dos elementos pertinentes ao processo.

Para quem

Quem pode solicitar essa atuação

Cada demanda é analisada de acordo com suas características, finalidade e etapa processual.

Advogados de Direito de Família

Suporte técnico psicológico para análise de demandas, elaboração de quesitos, avaliação de laudos e pareceres.

Escritórios de advocacia

Apoio especializado em casos que envolvem guarda, convivência, capacidade parental, adoção e conflitos familiares.

Partes envolvidas no processo

Orientação inicial sobre a possibilidade de atuação técnica, sempre respeitando a condução jurídica do caso.

Análise psicológica técnica para demandas familiares sensíveis.

Processos de família podem envolver decisões complexas, vínculos afetivos, responsabilidades parentais e impactos emocionais importantes. A atuação psicológica pericial contribui para uma compreensão técnica dos aspectos subjetivos e relacionais presentes no caso.

Experiência clínica e formação pericial aplicada às demandas de família.

SOBRE MÔNICA TAKAMURA

Mônica Takamura é Psicóloga, Neuropsicóloga e Psicóloga Perita, com mais de 18
anos de experiência clínica.

Possui formação em Neuropsicologia pela Universidade São Camilo e em Psicologia Pericial pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Atua como neuropsicóloga no Instituto Jô Clemente (IJC).

Na área da Psicologia Jurídica, realiza atendimentos relacionados ao Direito de
Família, atuando como assistente técnica em processos que envolvem guarda, convivência familiar, conflitos parentais, capacidade parental, adoção e outras demandas que exigem análise psicológica especializada. Possui formação em Psicologia Pericial, estando habilitada para atuação como perita quando nomeada pelo Poder Judiciário.

Neuropsicologia

Avaliação do funcionamento cognitivo e sua relação com aspectos emocionais e comportamentais.

Psicoterapia

Acompanhamento psicológico de adultos, com escuta clínica e compreensão das questões emocionais e relacionais.

Psicologia Jurídica

Atuação como psicóloga perita e assistente técnica em demandas relacionadas ao Direito de Família.

DÚVIDAS FREQUENTES

Perguntas frequentes

Mônica atua como perita nomeada pelo juiz?

Não. A atuação de Mônica nessa área é como assistente técnica — contratada por uma das partes ou pelo advogado responsável — e não como perita nomeada pelo juízo.

A atuação é somente presencial?

Depende das características do caso. Algumas atividades podem ser realizadas online, como reuniões e análise de documentos; outras etapas do processo seguem o rito presencial ou judicial cabível.

A Mônica atua em processos fora de São Paulo?

A atuação é voltada a processos no Estado de São Paulo.

A assistente técnica pode elaborar parecer?

Sim, quando cabível. O parecer técnico pode ser elaborado a partir da análise da demanda, dos documentos e dos elementos técnicos disponíveis nos autos.

Quem pode solicitar o atendimento?

O primeiro contato pode ser feito tanto pelo advogado quanto pela própria parte interessada.

Ainda ficou com dúvidas? 

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